Dom João VI (Lisboa, 13 de maio de 1767 – Lisboa, 10 de março de 1826) foi Rei de Portugal, Brasil e Algarves de 1816 a 1825 e Rei de Portugal e Algarves de 1825 a 1826. Ele também foi Príncipe Regente de Portugal em nome de sua mãe, a Rainha Maria I, de 1799 a 1816.
Um dos momentos cruciais de seu reinado foi a Transferência da Corte Portuguesa para o Brasil em 1807, fugindo das invasões napoleônicas. Essa decisão teve um impacto profundo tanto em Portugal quanto no Brasil.
No Brasil, Dom João VI promoveu o desenvolvimento econômico e cultural, elevando o Brasil à condição de Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves em 1815. Sua presença também contribuiu para o posterior processo de Independência do Brasil.
Após a Revolução Liberal do Porto em 1820, Dom João VI foi forçado a retornar a Portugal em 1821, deixando seu filho, Dom Pedro, como Príncipe Regente do Brasil.
Seu reinado foi marcado por instabilidade política, tanto em Portugal quanto no Brasil. Após a Independência do Brasil em 1822, ele aceitou o título de Imperador Titular do Brasil, embora nunca tenha exercido o poder efetivamente.
Dom João VI foi um personagem complexo e controverso, cuja decisão de transferir a corte para o Brasil alterou significativamente o curso da história de ambos os países. Sua figura é fundamental para entender o período de transição do período colonial para a independência na América Portuguesa.
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